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Mais uma vez a passagem da tocha olímpica foi conturbada. Em Paris, várias pessoas aproveitaram o momento para protestarem contra a situação no Tibete. Membros dos Repórteres Sem Fronteiras, escalaram até ao 1º piso da Torre Eiffel e colocaram uma faixa como forma de protesto.
A tocha chegou mesmo a ser apagada duas vezes e na última parte do percurso, o atleta que a transportava, teve de entrar num autocarro para se proteger.
Mais uma vez, as posições politicas da China são postas em causas. Desde o boicote de várias figuras públicas, como Steven Spielberg e o Príncipe Carlos, até aos protesto para a libertação do Tibete, têm contribuido para a instabilidade sentida durante as cerimónias e rituais habituais dos Jogos Olímpicos.
Foi em ambiente de protesto que a tocha olímpica foi acesa na Grécia. Contudo, neste vídeo, podemos ver ainda alguns pedaços da cerimónia dentro do estádio de Olimpia.

Aqui está mais um vídeo alusivo ao nosso tema. Desta vez mostra a prepração dos atletas da Coreia do Norte para a Olimpíadas. Comentem :P
Este fim-de-semana terminou o Campeonato Mundial de Atletismo de Pista Coberta, que teve lugar em Valência. Foram vários os atletas portugueses a participar nesta competição, destacando-se Francis Obikwelu, Jéssica Augusto, Naide Gomes e Nélson Évora, mas também a ausência de Rui Silva devido a uma lesão.Apesar de nos primeiros dias, os atletas portugueses terem sido eliminados (no lançamento do peso, salto com vara e nas meias-finais de 60 m), registaram-se, no entanto, bons resultados: Jéssica Augusto chegou à final dos 3000 m, ficando em 8º lugar, mas as maiores vitórias foram sem dúvida as de Nélson Évora, medalha de bronze no triplo salto, e Naide Gomes, medalha de ouro no salto em comprimento.
A atleta sportinguista consegui alcançar a barreira dos 7 m (melhor marca nacional e mundial do ano), ultrapassando as suas adversárias mais directas: a brasileira Maurren Higa Maggi (6,89m) e a russa Irina Simagina (6,88m). Naide Gomes admitiu que depois dos Mundias de Osaka (onde ficou em 4º lugar), adoptou uma postura diferente, afirmando mesmo "Ganha-se ou perde-se uma medalha por um salto e eu lembrei-me dos Mundias de Osaka e disse: não, isso não pode voltar a acontecer!". Nélson Évora também fez um balanço positivo da competição: actual campeão mundial (de exterior) de triplo salto, assegurou a sua posição como um dos melhores na modalidade dos dias de hoje.